Penitenciária de Paranaíba amplia segurança com instalação de alambrados e telamento
A Penitenciária de Paranaíba concluiu a instalação de alambrados em todo o perímetro externo da unidade e iniciou a implantação de telas de proteção sobre os pavilhões. As ações fazem parte das medidas de segurança adotadas pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) para reforçar o controle e a vigilância no estabelecimento penal.
As intervenções têm como principal objetivo dificultar o arremesso de materiais ilícitos para o interior da unidade e reduzir tentativas de envio irregular de objetos por meio de drones.
Estrutura cria nova barreira de proteção
Com a instalação dos alambrados ao redor do prédio da penitenciária, foi criada uma barreira adicional próxima à muralha da unidade. A estrutura busca impedir que terceiros consigam lançar materiais proibidos a partir da área externa.
Além disso, o telamento que está sendo instalado sobre os pavilhões amplia a proteção física da unidade, dificultando o acesso de objetos transportados por drones.
Combate à entrada de drogas e celulares
Segundo a direção da penitenciária, as novas estruturas contribuem para reduzir os riscos de entrada de drogas, aparelhos celulares e outros materiais proibidos.
A medida também fortalece o trabalho de fiscalização realizado pelos policiais penais, auxiliando na manutenção da ordem, da disciplina e da rotina operacional da unidade prisional.
Direção destaca fortalecimento da segurança
De acordo com a direção do presídio, a iniciativa faz parte de um conjunto de ações voltadas ao aprimoramento da estrutura de segurança.
A administração da unidade informou que os investimentos ajudam a fortalecer o controle interno e aumentam a proteção tanto dos servidores quanto da população carcerária, reduzindo oportunidades para práticas ilícitas dentro do estabelecimento penal.
Uso de drones é desafio para sistemas penitenciários
O transporte irregular de materiais por drones tem sido um desafio crescente para sistemas penitenciários em diferentes regiões do país.
Diante desse cenário, a adoção de barreiras físicas, associada a ações de monitoramento, inteligência e vigilância, tem sido utilizada como estratégia preventiva para impedir acessos não autorizados às unidades penais.
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