Bebê de 01 ano morre afogada após cair em tanque de peixes em Chapadão do Sul
Uma bebê de apenas 01 ano morreu após se afogar em um tanque de peixes localizado em uma propriedade rural a cerca de 40 quilômetros de Chapadão do Sul, nas proximidades do Assentamento Aroeira. O acidente aconteceu na tarde de quarta-feira, 1º de julho. A criança chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao hospital, mas não resistiu. O caso será registrado e investigado pelas autoridades competentes.
Como aconteceu o acidente
De acordo com as informações apuradas, a criança estava na propriedade rural, onde o pai trabalha, e teria acessado sozinha a área onde fica o tanque de peixes.
Após ser encontrada, familiares acionaram o Corpo de Bombeiros para prestar atendimento de emergência.
Atendimento durante o resgate
Enquanto a equipe seguia para a propriedade, os militares orientaram os familiares, por meio de uma chamada de vídeo, a iniciar imediatamente as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
Devido à distância entre a fazenda e a cidade, os familiares decidiram transportar a vítima em um veículo particular. No trajeto, o automóvel foi interceptado por uma equipe de resgate, que assumiu o atendimento.
Durante o deslocamento até o Hospital Municipal de Chapadão do Sul, os bombeiros realizaram manobras de reanimação e utilizaram um desfibrilador externo automático na tentativa de restabelecer os sinais vitais da criança.
Óbito foi confirmado no hospital
Apesar dos procedimentos realizados durante o atendimento pré-hospitalar e do transporte até a unidade de saúde, a bebê não resistiu. O óbito foi confirmado após a chegada ao Hospital Municipal de Chapadão do Sul.
Caso será investigado
A morte deverá ser registrada em boletim de ocorrência. As circunstâncias do acidente serão apuradas pelas autoridades responsáveis, que irão investigar como ocorreu o afogamento.
Alerta sobre afogamentos infantis
Especialistas em segurança infantil alertam que tanques, piscinas, açudes, caixas d’água e outros reservatórios representam risco para crianças pequenas. A recomendação é manter barreiras físicas, supervisão constante de um adulto e restringir o acesso de crianças a locais com água, especialmente em propriedades rurais.

