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O desgoverno no ápice da impopularidade e malefícios aos servidores

O desgoverno no ápice da impopularidade e malefícios aos servidores

 

No mesmo dia que o secretário de Finanças anunciou numa rádio que a partir de janeiro o salário do funcionalismo publico será pago no quinto dia útil, a noticia de uma sessão extraordinária tomou conta da cidade. Na pauta, taxas; do lixo e iluminação.

O Prefeito consegue ir além do limite e contrariar numa tacada só os paranaibenses que pagarão mais impostos e os servidores que passarão a receber mais tarde.

Cada dia noticias negativas tem se espalhado na cidade, ora é a energia do ESF Santo Antônio que corta, ora é o réveillon que se não fosse empresas e emissora de rádio não aconteceria, como no ano anterior, que foi prometido e não cumprido.

A verba dada por Azambuja para recapeamento não chegou, chamaram o Ronaldo, mas ele não veio, aliás veio, mas está morrendo, que pode ser popularmente chamado de “chocho”.

Numa tríplice dobradinha tucana, prefeito, presidente da Câmara e governador, vemos que o cacoete politico é o saber fazer fazem falta.

O paranaibense, por sua vez cansado, sem asfalto e xingado, aguarda ansiosamente pelo dia que de fato e virá e resolverá o problema de Paranaíba.

Pra piorar o quadro, o governo ilegítimo está prestes a sair e dependendo do vencedor nas urnas em 2018, tudo pode piorar, a frase mudou e agora é “acaba logo mundão”.

 

Por: Julio Cesar Pereira de Souza


 

Pablo Nogueira

Pablo Nogueira

Jornalista, fotógrafo, editor chefe do portal InterativoMS e apaixonado por inovação e política.

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