Governo Federal confirma terceira dose da vacina contra Covid-19

Governo Federal confirma terceira dose da vacina contra Covid-19

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (25) o início da aplicação da 3ª dose da vacina contra Covid-19 em todo o país em 15 de setembro a dois grupos: idosos com mais de 70 anos e imunossuprimidos.

Conforme o anúncio, a 3ª dose deve ser aplicada em idosos que já completaram o esquema vacinal há seis meses. Já os imunossuprimidos podem receber o reforço 28 dias após a 2ª dose.

Ainda conforme a pasta, a dose a ser aplicada deve ser, preferencialmente, da Pfizer, mas pode ser realizada com a Janssen ou AstraZeneca. 

A data foi escolhida pois, segundo o governo federal, todos os adulstos acima de 18 anos já terão recebido ao menos uma dose do imunizante.

3ª dose em MS

O secretário estadual de saúde, Geraldo Resende, explica que aguarda o recebimento de novas doses de vacina. Com os próximos lotes previstos, ainda não é possível iniciar a aplicação da 3ª dose. 

“[Esperamos] iniciar nas próximas semanas a terceira dose. Vamos começar em idosos a partir dos 80 anos e idosos a partir dos 60 anos com comorbidades. Depois, os profissionais da saúde”, disse Resende. 

Um levantamento da SES apontou que as mortes por coronavírus voltaram a aumentar entre os idosos em Mato Grosso do Sul. As mortes acontecem mesmo em idosos com o ciclo vacinal completo e, segundo o levantamento, a idade é um fator de risco independente para o agravamento da Covid-19, onde o sistema imunológico responde menos à produção de anticorpos. 

O secretário Geraldo Resende afirma que há uma queda na imunidade adquirida pelos idosos ao longo do tempo. “[Temos] especialistas apontando para a dose de reforço, estamos advogando que possa acontecer em Mato Grosso do Sul. Ao contrário de outros estados que estão em 28, 30 anos, terminamos nossa tarefa aqui”, comentou.

O infectologista da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), Julio Croda, explica que Mato Grosso do Sul tem condições de imunizar os dois públicos. Croda ressalta que a dose de reforço nos idosos é importante e deve ser adotada no Estado. “Acho que seria possível avançar com as duas estratégias ao mesmo tempo”.

Fonte: MidiaMax

Da redacao

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