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Pix supera dinheiro como forma de pagamento preferida do brasileiro

Pablo Nogueira 4 de dezembro de 2024
Pix supera dinheiro como forma de pagamento preferida do brasileiro
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Pix supera dinheiro como forma de pagamento preferida do brasileiro, criado pelo Banco Central (BC) há quatro anos, superou o dinheiro como a forma de pagamento mais utilizada no Brasil. A pesquisa “O brasileiro e sua relação com o dinheiro” revelou os resultados nesta quarta-feira, 04 de novembro.

O que os números mostram

O Pix se consolidou como a principal escolha de pagamento no país. Atualmente, 76,4% dos brasileiros utilizam o meio de transferência instantânea, e 46% o adotam como a opção de pagamento mais frequente.

Pix supera dinheiro como forma de pagamento preferida do brasileiro, na última edição do levantamento, em 2021, o Pix era usado por 46% da população. Apenas 17% o consideravam a forma de pagamento mais frequente na época. O crescimento reflete a rápida adesão ao sistema.

Dinheiro ainda é usado, mas perde espaço

Apesar do avanço do Pix, o dinheiro continua presente na vida dos brasileiros. Hoje, 68,9% da população ainda utilizam cédulas e moedas, representando uma queda de 14,7 pontos percentuais em comparação com 2021.

O uso do dinheiro é mais comum entre pessoas de menor renda. Para quem recebe até dois salários mínimos, 75% ainda preferem cédulas. Entre quem ganha entre dois e cinco salários, o índice cai para 69%.

Perfil dos usuários e projeções futuras

Idosos utilizam dinheiro em maior proporção. Na faixa etária acima de 60 anos, 72,7% ainda optam por pagamentos em espécie. Entre jovens de 16 a 24 anos, o percentual é menor, atingindo 68,6%.

Metade dos brasileiros acredita que deixará de usar dinheiro nos próximos cinco anos. Entre os entrevistados, 53,4% preveem aposentar o uso de cédulas. Outros 31,6% esperam reduzir sua frequência de uso até 2029.

Detalhes do levantamento

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre 28 de maio e 1º de julho de 2024. Entre os participantes, 1.000 pertencem ao público específico de caixas de estabelecimentos comerciais. O estudo possui margem de erro de 3,1 pontos percentuais e 95% de confiança.

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