A partir desta terça-feira, 08 de abril de 2025, as contas de energia dos consumidores da Energisa em Mato Grosso do Sul estão mais caras. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou reajustes tarifários que variam conforme a faixa de consumo, impactando diretamente residências e empresas atendidas pela concessionária no estado. Confira os detalhes do aumento e como ele afeta os diferentes grupos de consumidores.
Reajustes nas Tarifas de Energia
Os clientes de baixa tensão, que correspondem a 99,63% dos consumidores da Energisa em Mato Grosso do Sul, terão um aumento de 0,69% nas tarifas. Dentro desse grupo, os consumidores residenciais do Grupo B enfrentarão um acréscimo de 0,56% no valor da energia elétrica.
Já os consumidores de média e alta tensão (Grupo A), como indústrias e grandes comércios, terão um reajuste médio mais significativo, de 3,09%, válido para o ano de 2025. O impacto médio geral para os clientes da Energisa no estado será de 1,33%.
Justificativa da Energisa
A Energisa informou que os reajustes seguem as regras estabelecidas no contrato de concessão firmado com a Aneel. A empresa destacou que aplica os recursos de forma planejada e austera, buscando evitar custos desnecessários que possam sobrecarregar os consumidores. Entre as medidas adotadas estão o combate ao furto de energia e a avaliação rigorosa de projetos elétricos, garantindo eficiência e transparência no serviço prestado.
Impacto em Mato Grosso do Sul
Mato Grosso do Sul conta com aproximadamente 1,1 milhão de consumidores atendidos pela Energisa. Já a Elektro, outra concessionária que atua no estado, atende cerca de 70 mil clientes em municípios como Brasilândia, Três Lagoas, Selvíria, Santa Rita do Pardo e Anaurilândia. Para esses consumidores, o reajuste só será aplicado em agosto de 2025, conforme o calendário da Aneel.
O Que Esperar das Contas de Energia?
Com o aumento nas tarifas, os consumidores sul-mato-grossenses podem sentir um impacto variável nas contas de luz, dependendo do perfil de consumo. Especialistas recomendam o uso consciente de energia para minimizar os efeitos do reajuste, como a adoção de equipamentos mais eficientes e a redução do desperdício.
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