A CBF adota discrição nas conversas por Jorge Jesus para escolher o próximo treinador da Seleção Brasileira. Agora, a entidade conduz as negociações com paciência, sem pressa, porque o acerto depende do calendário do Al Hilal. Assim, a estratégia prioriza tempo e cautela para evitar conflitos com o clube saudita.
Jorge Jesus sinalizou positivamente, abrindo mão do Mundial de Clubes, e isso o colocou à frente de Carlo Ancelotti. Contudo, a CBF descarta rescisão imediata e avalia prazos com o Al Hilal. Enquanto isso, a entidade analisa opções como Abel Ferreira e José Mourinho.
Surpreendentemente, a CBF adota discrição nas conversas por Jorge Jesus e evita negociações públicas. O português deve adotar o mesmo tom em coletiva nesta sexta-feira, após o clássico com o Al Nassr. Além disso, ele condiciona a saída à Champions League Asiática, entre 25 de abril e 3 de maio.
Adicionalmente, Jorge Jesus só negocia com o Al Hilal após verificar o título nacional saudita. O clube está a quatro pontos do Al Ittihad, com nove rodadas restantes. Se o bicampeonato continuar em jogo, a CBF espera até 25 de maio para contratá-lo.
Por outro lado, o calendário da Data Fifa pressiona a CBF a decidir rápido. A entidade envia a lista de convocados até 18 de maio, com jogos contra Equador e Paraguai em junho. Isso mantém Abel Ferreira e José Mourinho como alternativas, apesar de contratos longos.
Finalmente, a multa de Jorge Jesus cai quase pela metade em maio, e isso facilita o acordo. Ele mantém contrato com o Al Hilal até 30 de junho, com gatilho ligado ao Mundial de Clubes. Portanto, a CBF aguarda o momento ideal para avançar.
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