Uma mulher foi presa pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) sob forte suspeita de cometer o furto de diversas joias de luxo em uma residência localizada na cidade de Paranaíba, região leste do estado de Mato Grosso do Sul. A ação policial ágil evitou que os itens de valor fossem escoados para a capital do estado.
Abordagem em carro de aplicativo na BR-262
A prisão da suspeita foi realizada durante uma fiscalização de rotina e inteligência na rodovia BR-262, próximo ao município de Água Clara. Os agentes de plantão receberam informações detalhadas da Central de Comando da PRF, indicando que um veículo em trânsito, fazendo o trajeto de Paranaíba a Campo Grande, levava uma passageira supostamente envolvida no crime.
Ao interceptarem o automóvel suspeito, os policiais constataram que se tratava de uma corrida via aplicativo de transporte. O motorista confirmou estar prestando serviço e levava, no momento da abordagem, quatro passageiros rumo à capital sul-mato-grossense.
Tentativa de esconderijo e versões contraditórias
Durante o processo de averiguação minuciosa dos ocupantes e de seus pertences, os policiais rodoviários localizaram o produto do furto. Ocultas no interior de uma mochila pertencente à mulher, duas correntes e duas pulseiras de ouro maciço foram encontradas. A suspeita havia improvisado um esconderijo, colocando as joias dentro de uma meia, que por sua vez foi socada no interior de um tênis esportivo.
Confrontada no local da abordagem, a investigada apresentou versões contraditórias às autoridades. Em um primeiro momento, declarou que todos os itens preciosos eram de sua propriedade legal. Contudo, após os policiais da PRF a informarem de que já constava no sistema um boletim de ocorrência detalhando exatamente os itens subtraídos na casa, a suspeita mudou a justificativa. Ela passou a alegar que parte dos objetos seria de seu namorado e que os havia recebido como um “presente”.
Desfecho e liberação de terceiros
Diante das fortes evidências materiais e das falhas nas argumentações, foi dada voz de prisão. A mulher presa foi conduzida de forma imediata à Delegacia da Polícia Civil de Água Clara (MS), onde foi apresentada ao delegado de plantão para o prosseguimento das providências criminais e burocráticas aplicáveis.
Foi constatado que tanto o motorista do aplicativo de transporte quanto os demais passageiros que dividiam o carro não possuíam qualquer vínculo com o ato ilícito. Após os devidos depoimentos, todos foram liberados no próprio local da fiscalização para seguirem sua viagem até Campo Grande.
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