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Paranaíba - MS,

Presos da capital poderm ser enviados para Paranaíba com ampliação de presídio

Vereadores e entidades se unem contra aumento de pesos no presídio de Paranaíba.

Última Atualização: 07/4/2017 15:48:59



 Pablo Nogueira



A capacidade da unidade penal do município é de 116 presos, porém apenas condenados são 177 pessoas, e o número total passa de 300 detidos no estabelecimento penal de Paranaíba entre condenados e aguardando sentença. Na reunião estavam representantes do Lions Clube, Rotary Clube, Acip, Uems, Sindicato Rural OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e outras entidades da sociedade. Na próxima sessão ordinária o tema será levado a debate, e os vereadores assinarão um ofício repudiando a ampliação da capacidade do presídio local. 






O estado de Mato Grosso do Sul recebeu cerca de R$ milhões para ser investidos no sistema carcerário. Em entrevista o chefe do executivo Estadual, Reinaldo Azambuja afirmou que serão destinados R$20 milhões para modernização e os outros R$34 milhões para ampliação e construção de presídios no estado, entre esse montante está a ampliação do o presídio de segurança média do município, que abriga 300 presos, conta com 184 pessoas a mais que a capacidade máxima







A justiça Estadual tem o entendimento que o preso deve cumprir o regime fechado, no mesmo local que o semiaberto, os detidos em Paranaíba devem cumprir o regime de albergue aqui, o que conforme o vereador, Pedro Correia Rodrigues, onera a saúde e assistência social da cidade.  “Nós já temos nossa fatia de responsabilidade nesse bolo, o governador tem que dividir para outras cidades. A saúde, a assistência social, não está preparada para receber os presos e suas respectivas famílias” disse o edil. O vereador afirmou que a Casa de Leis, fará um oficio de repúdio, junto com as entidades e encaminhará para o governador e o secretário de segurança pública.








O estado de Mato Grosso do Sul, tem um déficit em vagas de 8.000 vagas no sistema prisional, sendo 3.000 apenas na capital, segundo o Secretário de Segurança, 90% do valor destinado a Mato Grosso do Sul será investido no interior, aumentando 1.200 vagas nos presídios.







 Segundo o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Marcos Antônio Ferraz, a atitude é apenas para cumprir uma decisão da justiça de tirar os presos de Campo Grande o que irá afogar as cidades do interior.  “Campo Grande foi acionada na justiça para que até 2020 de fim aos 3.000 detentos que tem em excesso, e a intenção deles é trazer os presos para o interior. Nós não podemos aceitar isso, eu não sou contra a ressocialização, sou contra inflar o nosso presídio” disse Ferraz.







O presidente ressaltou que 60% dos presos que estão em não município não são de Paranaíba, mas sim de outras cidades e até mesmo estados.  Ainda conforme Marcos, a cidade acomodaria cerca de 700 presos, número este que seria maior que a média nacional. 





O vereador Moreth, demonstrou ser contra o aumento de detidos no município, já que segundo o vereador há a possibilidade de aumento na criminalidade.  “Nós precisamos é cuidar dos que já estão detidos aqui, dar suporte para que eles se insiram na sociedade novamente, não adianta trazerem mais presos e jogar lá dentro, isso só aumenta a criminalidade” concluiu Cezar.





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